Ser mãe: um momento repleto de significados de acordo com a visão espiritual

 

Esperando Helena (27)

Nesse texto quero dividir com os conhecimentos que tenho sobre a espiritualidade e a gestação. Para isso é importante ressaltar que quando falamos de espiritualidade não estamos falando de religião. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, kkkkk. Falo isso, pois muitas pessoas se confundem e acreditam que como eu falo na minha fanpage sobre espiritualidade eu sou Espírita. E isso não é verdade, embora eu tenha muita apreciação pelos dogmas espíritas.

A espiritualidade é algo muito maior que uma religião, é algo impossível de ser colocado dentro de uma Instituição como a Igreja Católica ou um Templo Budista. A espiritualidade é um estilo de vida, livre, que prega o amor e a paz, que tem como único objetivo reforçar que viemos para esse Plano para evoluir, e a cada dia, nos tornamos pessoas melhores: hoje, melhor que ontem. Eu particularmente creio na energia do Universo e nos seres de Luz que nos guiam na nossa experiência terrena. Mas respeito todas as religiões, ok?!

A última observação antes de iniciarmos: esse texto serve para os pais também, ok?! Basta substituir a palavra mãe por pai.

Feito essas explicações vamos ao que interessa: Se mãe na visão espiritual

Quando decidimos vir para esse plano da matéria (Terra), acordamos algumas combinações antes de encarnarmos, de acordo com os aprendizados que trazemos para essa existência. Um deles é ser mãe ou não. Quem é mãe sabe o desafio que enfrentamos ao gerar uma vida (ou ao adotar uma criança).

Gerar uma vida e educar uma criança envolve abrir mão de desejos particulares, afinal, por um bom tempo os seus objetivos de vida vão depender desse serzinho que está chegando.

Estar grávida, envolve trabalhar com o desapego. E aqui eu utilizo um saber que vem do Budismo: o seu bebê não pertence a você. Ele terá vida própria, com vontades e desejos próprios de acordo com a sua missão de vida por aqui. É uma outra pessoa, e dessa forma a famosa frase: “criamos os filhos para o mundo”, é real, porém seja difícil de praticar. E aqui é o ponto onde muitos pais erram.

Gerar uma vida é saber que esse bebê tem os seus ensinamentos por aqui. E não é ao acaso que você foi escolhida para gerar essa criança. Ela também tem muito para te ensinar e para te mostrar e ela vai fazer isso a toda hora, aflorando os seus pontos fracos. Lembre-se, são justamente neles que você deve melhorar (reforçando: evoluir a cada dia, ok?!)

O ser que está vindo é perfeito para você, acredite! Ouço mães dizendo, meu filho é muito arteiro, muito brabo, muito teimoso, muito inseguro ou medroso. Pois bem, se pergunte, porque será que esse ser, com esses sentimentos que precisam ser trabalhados, veio para conviver com você. O que esses sentimentos dele (da criança), afloram em você?

Não se queixe, lembre que foi você quem acordou ser mãe de uma alma com essas características, ok?!

Enfim, ser mãe é uma benção e uma responsabilidade. É trazer à Terra uma alma que só está vindo porque tem coisas a aprender e cabe a você (e seu parceiro) conduzir esse ser da melhor forma possível nessa existência.

O sentido de estarmos aqui é de evoluir enquanto pessoa. Então talvez o mais importante de tudo o que eu falei até aqui: Como está a sua evolução pessoal? Quais são os seus sentimentos inferiores que precisam ser melhorados. Esse é um bom começo para você que está pensando em engravidar, está grávida ou já é mãe (afinal, nunca é tarde para começar a se autoconhecer). Dessa forma você vai poder de fato, ajudar seu filho nessa caminhada de aprendizados aqui na grande escola que é o Planeta Terra.

Gostou?! Visite minha fanpage (@alinefernandaoficial)  e compartilhe esse texto com seus amigos.

Namastê

Aline Fernanda Fischborn

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *